É de praxe colocar a culpa nos outros nas questões relacionadas à poluição na “nossa morada” (temporária, acredito eu). Não vale acusar os Estados Unidos por não terem concordado com o Protocolo de Quioto. Para verificarmos mais especificamente o grau da nossa participação, podemos responder algumas questões: você faz a coleta seletiva na sua casa? Ou coloca embalagens plásticas, jornais, latas, garrafas “pets” no lixo comum? Ou então, seleciona os produtos, porém sujos? -A água potável está escassa no planeta, um dia vai faltar, não podemos desperdiçar. É um argumento aceitável. Tenho uma sugestão: coloque esses materiais que você separou na pia e quando for lavar a louça, aproveite a própria água para deixá-los limpos. Você tem máquina de lavar louça? E a usa todos os dias? Sempre??? Você está usando aquela sacola de tecido que a moça do supermercado lhe ofereceu e que você pagou por ela, lógico...? Ou deixa no carro lembrando só quando está na fila do caixa? Você sempre aceita aquela sacolinha que a moça da farmácia lhe ofertou para embalar os medicamentos e que você tem tantas em casa que nem sabe onde colocá-las? (para a lixeira não serve, é pequena). Permanece mais do que o necessário no banho? Escova os dentes com a torneira aberta? Esta pergunta eu ouvi do ambientalista Leonardo Boff - teólogo, escritor e professor universitário em uma palestra. É imprescindível que nós, professores, conscientizemos nossos alunos. Lembre-se que são essas pequenas atitudes no nosso dia-a-dia, que fazem a diferença. Se você respondeu afirmativamente a maioria dos questionamentos, é necessário se reciclar! Reciclar, segundo o dicionário Aurélio, significa “adquirir uma nova formação”. Pense seriamente nisso!
Fátima Villagran
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